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Cenário dos Negócios para 2011/2012: Planejamento, Inteligência e Inovação – DICAS MKM CONSULTING
Após o carnaval todas as empresas concentram seus esforços em planejar estrategicamente suas ações comerciais para 2011.
Atenção colegas
“Grandes conquistas aparecem com um bom planejamento que transformam as estratégias em resultados.” – Mauro Martins
Colegas não se pode administrar mudanças, é preciso estar à frente delas! Quem disse essa frase foi Peter Drucker. E ele tem razão, mais uma vez.
Suas estratégias para 2011/2012 estão conforme o planejado?
Por quê?
Quando?
Como vai fazer?
Que cenários você vai criar e como vai se preparar para cada um deles?
Como fazer um mapa das ações operacionais em busca das metas e objetivos traçados? Como quantificar, processar e integrar todas as variáveis do planejamento das vendas, orçamento de compras, estoques, produção…?
“Sempre digo: “Não Planejar é planejar o fracasso!” – Mauro Martins
Resposta:
A aplicação de ferramentas estratégicas de inteligência competitiva e inteligência de mercado, war games, cenários prospectivos e inovação são fundamentais para um correto posicionamento estratégico e tático visando antever e aproveitar as oportunidades e ameaças que 2011 e 2012 nos apresentará.
A MKM Consulting é referência nacional nestas áreas de conhecimento e você poderá ver mais em MKM Consulting .
Contudo, neste ano temos incertezas sobre as oportunidades e ameaças.
Fico feliz de dividir com vocês uma pesquisa sobre “O cenário dos negócios em 2011/2012″ feita durante um seminário recente que a MKM Consulting palestrou.
• Conclusão do Cenário dos Negócios 2011/2012: “…Ter um ferramental estratégico adequado para antever e aproveitar as oportunidade comerciais será fundamental para a competitividade das empresas que querem vencer…”
Resumidamente a pesquisa mostrou que, apesar do discurso corrente de que é preciso aproveitar as oportunidades, os executivos parecem desconhecedores quanto aos métodos ou técnicas consagradas para o sucesso comercial.
De acordo com o levantamento, 17% deles “acham” que os planos de investimentos de suas empresas serão ampliados, enquanto 23% acreditam que as companhias irão reduzir os investimentos. O pior é que para 60% deles, os recursos continuarão os mesmos, sem investimentos.
“Métodos e Técnicas de Estratégias” foi o tema do seminário, que contou com a presença de vários profissionais do mercado financeiro, executivos de grandes empresas, presidente do Banco Central, etc…. A MKM Consulting foi especialmente convidada pelo seu vasto conhecimento no assunto e suas técnicas de inteligência.
A pesquisa também mostra que o “desaquecimento” da economia já começou para 73% dos entrevistados, está “moderado” para 57% e é “intenso” para 16%.
Sobre a rentabilidade das companhias, 58% acreditam que serão mantidas, 27% que vai diminuir e só 15% que irá ampliar em 2011.
A principal preocupação das empresas é a redução de crédito, juros e o câmbio. Segundo a pesquisa, os executivos esperam demissão em 15% das empresas em 2011. Para outros o quadro de funcionários deve ser mantido em 70% das empresas.
Nós da MKM Consulting acreditamos que um bom planejamento, ferramentas de Inteligência e Inovação são fundamentais para antever e aproveitar as oportunidades de 2011 e 2012.
Bom trabalho,
Mauro Martins
CURSOS, TREINAMENTOS, WORKSHOPS – A ESCOLHA CERTA! – MKM CONSULTING
Olá Colegas da Comunidade MKM! Recebemos vários questionamentos sobre “Como fazer uma boa escolha de cursos/treinamentos/workshops/etc…….”. Procuramos descrever tecnicamente, nos artigos abaixo, como fazer esta escolha da maneira certa, resumindo e simplificando aqui este trabalho. Vamos falar de uma regra que cabe nos 5 dedos de sua mão. Nós a chamamos de “os 5 passos para uma [...]
LEIA MAIS »BUSSINES GAME
No ambiente de negócios, brincadeira também é coisa séria. Os jogos de negócios fazem parte da estratégia de treinamento de muitas empresas, que procuram fugir os formatos tradicionais e tentam propiciar a seus colaborares treinamentos que ajudem a aprender mais rapidamente e a reter melhor o que foi ensinado. Os jogos de negócios, ou business games, surgiram entre o final dos anos 1920 e o início da década de 1930 no Instituto de Engenharia e Economia de Leningrado (Rússia), tendo base nos jogos militares. O objetivo era treinar trabalhadores de lojas para posições de gerência.
LEIA MAIS »AGORA É A HORA DA INTELIGÊNCIA DE MERCADO
Empresas ampliam áreas de inteligência de mercado
Olá Colegas de Inteligência, a hora é de vocês!
Vocês leram a reportagem do Valor?
O que acharam?
Está na hora de aproveitar e reciclar seus conhecimentos sobre IM
A MKM Consulting ministra treinamentos de formação desta mão de obra e gostaria de colaborar compartilhando uma síntese da reportagem com aqueles que perderam.
Opinião : Recente do jornal Valor Econômico mostra que Inteligência de Mercado começa “a ser levada à sério” pelas empresas no Brasil.
Um atraso de pelo menos 10 anos…. que pena!
Conclusão: “um gerente sênior de Inteligência de Mercado pode receber salário mensal de R$ 20 mil.”
Síntese da reportagem:
Uma área até pouco tempo inexistente nos organogramas das companhias começa a ganhar espaço: a Inteligência de Mercado. Com cerca de uma década de atuação nas empresas brasileiras, o setor cresceu nos últimos dois anos graças ao impacto das novas tecnologias, ao volume de informações geradas pelas redes sociais e à ascensão de novos consumidores no mercado interno.
O resultado tem sido o aumento médio anual de 35% na contratação dos profissionais especializados, segundo estimativas dos headhunters ouvidos pelo Valor.
As equipes de pesquisa definem o que é relevante para a empresa e captam a informação, enquanto as de inteligência analisam os dados e os relacionam com o negócio.
Ambas entraram em evidência recentemente nos setores de varejo, telecomunicações e bens de consumo.
É o caso da Johnson & Johnson que, no ano passado, deu status de diretoria à antiga gerência de pesquisa.
Segundo Suzana Pamplona, diretora de pesquisa da empresa, a área vem crescendo e ganhando importância estratégica. “Nosso desafio é mostrar como o conhecimento do consumidor não apenas valida as ações do negócio, mas gera valor e oportunidades”, afirma Suzana.
Suzana ressalta que o destaque dessa área mostra que a empresa está se preparando para a entrada de novos consumidores e o impacto das novas tecnologias – o que deve gerar mais contratações na diretoria ainda este ano. “O crescimento da área de pesquisa está impulsionado pelo aumento do consumo interno. Precisamos conhecer cada vez esse mercado e os diferentes tipos de clientes”, diz.
De acordo com Glenda Moreira, consultora da DM Executivos, as oportunidades para profissionais da área, normalmente vinculadas à diretoria de marketing, eram pontuais e concentradas em posições operacionais até o ano passado. Desde então, o recrutamento para executivos qualificados começou a crescer, dessa vez mais focado em posições de gestão. “As áreas de Pesquisa e Inteligência são estratégicas. Elas fornecem desde tendências de mercado até as ações dos concorrentes e dos consumidores.”
Para Adriana Cambiaghi, gerente da Robert Half, a área de Inteligência de Mercado é uma das mais aquecidas dentro do marketing – e que deve registrar um dos melhores desempenhos em 2011. “As empresas estão começando a entender a importância disso para o negócio. Ainda há uma certa resistência a ouvir o que esses departamentos têm a dizer, mas isso tende a se dissipar”, afirma.
“Grande parte do trabalho do profissional de pesquisa e Inteligência é mostrar a relevância da área para a empresa”, confirma a diretora de Inteligência de Mercado e consumidor da Vivo, Leda Kayano. No último ano, ela completou o quadro de profissionais para atuar em sua equipe, que hoje tem 11 pessoas.
A executiva afirma que, há alguns anos, a atuação nesse mercado se resumia à chamada Inteligência Competitiva, responsável por monitorar as ações dos concorrentes. “Hoje, nos pautamos por questões mais estratégicas como marca e relacionamento com os clientes”, afirma.
A inclusão digital e a explosão de informações geradas nas redes sociais é, para Leda, um dos maiores pontos de atenção da equipe. “Não queremos só ouvir o que se fala da empresa, mas aliar o rigor técnico à tecnologia, inovar na captura da informação e desenvolver novas metodologias. Para isso, é preciso um novo perfil de profissional.”
Na opinião de Paula Nader, superintendente executiva de identidade e gestão da marca do Santander, obter informações de públicos diferentes está entre as prioridades do time. “Um dos desafios é aprender a trazer dados de meios não convencionais de pesquisa de mercado como o twitter e os call centers”, diz.
Salários mais altos ajudam os jovens a vencer preconceito
Até então consideradas pelos jovens como áreas menos nobres do marketing, a pesquisa e a Inteligência de Mercado devem começar a entrar no radar dos mais novos. O preconceito relacionado à atividade – reforçado pelas matérias tediosas sobre metodologia na faculdade – e o receio de que a remuneração seja menos competitiva, estão sendo derrubados pelas boas perspectivas profissionais. De acordo com os consultores ouvidos pelo Valor, um gerente sênior de Inteligência de Mercado pode receber salário mensal de R$ 20 mil.
“São remunerações, em média, 10% a 20% mais altas do que os pagas aos gerentes de produto em marketing”, afirma Adriana Cambiaghi, da consultoria Robert Half. A diferença salarial, segundo ela, é favorável aos profissionais de Inteligência em todos os níveis, desde o operacional até o gerencial.
A valorização, no entanto, é reflexo da falta de gente especializada na área.
“Esses profissionais são diferenciados e raros. Normalmente, eles fizeram carreira nas áreas de pesquisa das empresas ou então nos grandes institutos”, afirma a consultora da DM Executivos.
“É importante investir em uma combinação de pessoas com diferentes talentos e perfis”, afirma Suzana, diretora de pesquisa da Johnson & Johnson. Ela acredita que montar times heterogêneos é importante para as companhias, especialmente quando se trata de pesquisa.
A equipe da gerência de conhecimento e relacionamento do Grupo Pão de Açúcar é um exemplo. “São 38 pessoas com formações diversas, como estatística, psicologia, engenharia e sociologia”, afirma Cristina Serra, diretora de marketing da rede varejista.
A exigência de um perfil adequado para a área faz com que a empresa leve até cinco meses para recrutar um profissional. “É uma área que exige experiência e identificação com os valores e objetivos da companhia.”
Um dos motivos da falta de profissionais no mercado pode estar relacionada ao desinteresse da nova geração. “Os jovens ainda não sabem o que é pesquisa, acham que é aquela matéria chata da universidade. O nosso trunfo é que, depois que os trainees trabalham com o tema, se apaixonam e não querem mais sair”, brinca Suzana, da Johnson & Johnson.
Cristina Serra, do Pão de Açúcar, conta que o interesse dos profissionais pela área só começa a despontar agora. “No passado, quem trabalhava em marketing queria ir para planejamento ou criação. Ainda hoje existem poucas pessoas motivadas a seguir carreira em pesquisa”, diz.
A valorização do profissional prevista para os próximos anos, porém, pode ajudar a atrair talentos. “Por ser uma área nova, a cada ano existe uma necessidade maior de contratação, seja de empresas que estão promovendo seus profissionais e precisam substituí-los, seja de companhias que estão montando seus próprios departamentos de pesquisa ou Inteligência”, afirma Adriana Cambiaghi.
Para as empresas que já prevêem o desafio futuro, a estratégia tem sido apostar no treinamento dos jovens com potencial. Leda Kayano, diretora de inteligência de mercado e consumidor da Vivo, afirma que a companhia já investe em qualificação de analistas juniores para atuar na área. (VS)”
Fonte: Valor Econômico
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